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Site destaca que Léo Pinheiro “confirmou que o sítio é de LULA”

Por Antagonista

Um dos anexos da delação de Léo Pinheiro acaba com a fábula do “sítio do amigo”, em Atibaia:

“No início de 2014, em janeiro ou fevereiro, fui chamado por Paulo Okamoto para uma reunião no Instituto Lula. Chegando lá, fui encaminhado ao gabiente do ex-presidente, onde foi solicitada abertamente por Lula uma reforma no sítio de sua propriedade em Atibaia. (…) O sítio nunca foi apontado como sendo de terceiros. Pelo contrário, era mencionado como sendo propriedade do próprio Lula.”

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Se cassada pelo Senado, Dilma vai perder time de ‘escudeiros’

BRASÍLIA, DF, BRASIL, 01-11-2010. 10h40: Assessor Giles Azevedo chega a casa da presidente eleita Dilma Rousseff, no Lago Sul. (Foto: Alan Marques/Folhapress, PODER)
Giles Azevedo

Por FOLHA

Se embarcar de volta a Porto Alegre, depois de quase seis anos como presidente da República, Dilma Rousseff não terá a companhia de seu principal e mais fiel assessor. O gaúcho Giles Carriconde Azevedo, 54, decidiu ficar em Brasília caso o impeachment seja confirmado pelo Senado.

A justificativa dele é simples: estabeleceu sua vida na capital, seus dois filhos estão na escola e sua mulher, psicóloga, tem consultório na cidade. Amigos próximos, porém, preferem uma sentença mais bem humorada. Após mais de duas décadas como braço direito da petista, Giles “precisa de férias” de Dilma.

Tímido e avesso a jornalistas, o geólogo é concursado do DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral), mas assegura que não pretende voltar para lá.

É Giles que coordena os trabalhos no Alvorada de equipe de pouco mais de dez pessoas que acompanhou Dilma após seu afastamento, em maio. Lidera o time de escudeiros que ficaram com Dilma até a provável queda dela, na próxima semana.

Entre os que se apresentam diariamente, há 106 dias, na residência oficial da Presidência estão dois personagens que se tornaram folclóricos: Jorge Messias, o “Bessias”, assessor que ficou conhecido após seu nome ter vazado desta forma em interceptações telefônicas feitas pela Polícia Federal, e Sandra Brandão, a “Google do Planalto”, que concentra dados sobre ações do governo.

A tropa conta ainda com o fotógrafo Roberto Stuckert, o jornalista Olímpio Cruz, Paula Zagotta, responsável pelas redes sociais de Dilma, Daysi Barretta, que coordena a agenda, e o quarteto formado por Marly, Deise, Suli e Bruno, assessores pessoais.

Primeira a chegar e última a sair quase todos os dias, Marly é quem cuida do cardápio e da organização das roupas e do quarto de Dilma. Já os outros três tratam das ligações, e-mails, contas pessoais e impressão de documentos.

Cinco ajudantes de ordem –dois do Exército, dois da Marinha e um da Aeronáutica– fecham o grupo.

DIVISÃO

Sob os olhares dos oficiais, estão as salas da equipe administrativa, viradas para a piscina do Alvorada, enquanto os escritórios de frente para o jardim são ocupados por Giles, Messias e ex-ministros.

Dilma faz visitas esporádicas a essa parte da residência oficial, pois costuma ficar na área privada ou receber convidados na biblioteca e na Sala dos Estados, quando são reuniões mais formais.

Entre os mais assíduos no Alvorada estão os ex-ministros José Eduardo Cardozo (Advocacia-Geral da União), Jaques Wagner (Casa Civil), Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo), Eleonora Menicucci (Mulheres), Miguel Rossetto (Trabalho) e Aloizio Mercadante (Educação).

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Petistas escondem partido e cores em materiais de campanha e programas de televisão

Mineiro

Avassaladora em eleições passadas, a “onda vermelha” foi reduzida a marolinha na disputa municipal de 2016. Em todo o país, candidatos do PT substituíram o vermelho por lilás, amarelo, verde, azul. A tradicional estrela do partido deu lugar a corações e figuras multicoloridas.

A decadência da estrela ficou visível no primeiro dia de propaganda de rádio e TV. Em São Paulo, por exemplo, o H do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, foi trocado.

Em 2012, a marca da campanha era composta por um H, tendo no centro uma estrela. Na estreia do programa, na sexta (26), porém, a estrela foi suprimida e o “H” ganhou apenas um traço em diagonal. Em 2012, Haddad prometia não decepcionar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva –que ocupou um minuto da propaganda– nem a presidente Dilma Rousseff.

Na sexta, os petistas não foram citados, nem o partido. A palidez da estrela não é exclusividade de Haddad.

Em Belo Horizonte, a logomarca da candidatura de Reginaldo Lopes é composta por uma superposição de oito cores, em que predomina o lilás. Já o prefeito de São José dos Campos e candidato à reeleição, Carlinhos Almeida, optou pelo azul e amarelo como grife. No lugar da estrela, um coração.

Segundo Almeida –que não citou o PT em seu primeiro programa– as cores reproduzem a bandeira da cidade. Ele lembra que sua aliança é composta por dez partidos, incluindo PPS e Solidariedade –para justificar a escolha do coração. “Simboliza nossa união.”

Ex-ministro de Dilma, Edinho Silva não cita a presidente afastada ou Lula em seu programa. Com fundo azul e roxo nas redes sociais, omitiu o nome de Dilma ao descrever sua trajetória política. “Foi ministro da Presidência da República”, diz o locutor.

Em Porto Alegre, o candidato do partido, Raul Pont, tem seu nome coberto de cores. No programa de estreia, o PT apareceu apenas numa cena em que um militante segurava um cartaz.

Em Natal o deputado estadual Fernando Mineiro substituiu a tradicional camisa vermelha pela branca na propaganda eleitoral, e o seu programa usou até o laranja como cor de fundo, mas o vermelho não apareceu, assim como a estrela do partido.

 

Comentários (2) enviar comentário
  1. cabral disse:

    Tão pensando que vão enganar quem ? So se for os Molitontos

  2. Sandro Alves disse:

    Esse Minério é uma vergonha, nunca fez nada pelos bairros da cidade, vive da sombra de um partido sem moral.

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Impeachment deverá ser votado na segunda à noite

O Planalto reavaliou o ritmo das sessões de julgamento do Senado e concluiu que o impeachment de Dilma Rousseff deverá ser votado na noite de segunda-feira (29) ou na madrugada de terça (30). A avaliação do ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) foi levada ao presidente Michel Temer na tarde desta sexta-feira. A conclusão é que etapas serão queimadas porque se esgotou a chicana dos senadores petistas.

O PT pretendia arrastar o julgamento até a noite de 1º de setembro, véspera do término da presidência de Ricardo Lewandowski no STF.

Além de ignorar testemunhas de defesa, senadores pró-impeachment também serão econômicos nos discursos e até nas perguntas a Dilma.

A expectativa é que as testemunhas que ainda restam sejam ouvidas neste sábado, o que ajudaria muito a agilizar o julgamento.

Cláudio Humberto

 

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Suíça enviará documentos à Operação Lava Jato

A Corte de Apelação do Tribunal Criminal Federal da Suíça rejeitou na semana passada o pedido da defesa da Odebrecht para que o Ministério Público daquele país fosse impedido de enviar para a Operação Lava Jato as movimentações financeiras da empreiteira.

De acordo com o MP suíço, a decisão autoriza a remessa ao Brasil de “milhares de páginas” de documentos relacionados à empresa.

Em meados de 2015, a Procuradoria da Suíça concordou em colaborar com o Brasil e enviar os dados bancários aos procuradores nacionais.

Mas desde outubro do ano passado, a Odebrecht tenta impedir que informações sobre transações e dados sobre seus executivos mantidos em sigilo nos bancos suíços sejam usados pelo juíz Sérgio Moro.

As evidências são consideradas como fundamentais para o processo contra Marcelo Odebrecht, mas também no que se refere a uma dezena de outros nomes ainda não revelados.

“No dia 10 de agosto de 2016, a Corte de Apelação do Tribunal de Bellinzona rejeitou, em quatro diferentes decisões, os recursos que as partes envolvidas submeteram contra a decisão da Procuradoria-Geral da Suíça”, indicou o MP em Berna, em comunicado oficial.

Com a decisão, restou apenas mais um último recurso e o caso foi levado à Corte Federal de Lausanne, a mais alta do país.

Dados já obtidos pelo jornal O Estado de S. Paulo revelaram que os documentos apontam para suspeitas de que o dinheiro tenha sido usado para o financiamento de campanhas políticas no Brasil.

Fontes próximas ao caso indicaram à reportagem que o volume de documentos poderia ser “decisivo” para a Operação Lava Jato, revelando quem teria sido beneficiado por supostas propinas e caixas 2 em partidos políticos.

Não por acaso, a empresa tem conduzido uma intensa batalha judicial na Suíça para tentar impedir, a todo custo, que a informação completa seja enviada ao Brasil e usada nos processos.

Na quinta-feira, 25, reportagem publicada no jornal suíço Le Temps revelou ainda como a prisão de Marcelo Odebrecht no Brasil, em junho do ano passado, levou os bancos do país europeu a denunciarem dezenas de transações suspeitas em relação ao brasileiro e suas contas secretas. A reportagem aponta para o envolvimento sem precedentes de bancos suíços no escândalo de corrupção no Brasil.

Segundo a publicação, no dia seguinte à prisão do empresário, um número recorde de denúncias foram apresentadas ao órgão controlador do mercado financeiro da Suíça, conhecido por suas siglas FINMA.

EXAME

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PGR pede fim de concessões de radiodifusão a políticos

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu que o Supremo Tribunal Federal (STF) determine à União o fim da outorgas, concessões, permissões e autorizações de radiodifusão a empresas que tenham políticos como sócios ou associados. A manifestação de Janot foi feita nos autos de uma arguição de descumprimento de preceito fundamental apresentada em dezembro do ano passado pelo PSOL.

Em sua manifestação, Janot sustenta que, devido à realização periódica de eleições, “há constante renovação do quadro referido de violação de preceitos constitucionais”.

“Há premência, portanto, em que a Corte conceda a medida cautelar, de modo a impedir novos atos inconstitucionais, comissivos ou omissivos”, argumentou o procurador-geral da República.

Na ação, o PSOL pede que o Congresso Nacional deixe de aprovar outorgas, que o Poder Judiciário deixe de diplomar políticos eleitos que sejam direta, ou indiretamente, sócios ou associados de pessoas jurídicas concessionárias de radiodifusão e que o Legislativo não dê posse a políticos eleitos nesses casos.

Segundo o PSOL, em dezembro do ano passado 30 deputados e oito senadores eram sócios de emissoras de radiodifusão. Para o PSOL, isso viola os direitos de liberdade de expressão e direito à informação, a soberania popular e o direito à realização de eleições livres.

Uma das fundamentações do pedido do PSOL é o artigo 54 da Constituição, que proíbe deputados e senadores de firmarem ou manterem contrato com empresas que são concessionárias de serviço público.

Na avaliação do procurador-geral da República, o cenário atual demonstra a “relação de causa e efeito entre atos inconstitucionais de concessão de radiodifusão a empresas controladas por políticos” e uma situação de grave e “constante transgressão a preceitos fundamentais da Constituição da República, como as normas sobre democracia e soberania popular”.

No STF, o ministro Gilmar Mendes é o relator do caso.

ESTADÃO

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Lula perdeu o controle sobre seu futuro eleitoral

Reprodução

Lula prevê que viverá dias turbulentos. Indiciado pela Polícia Federal sob a acusação de receber R$ 2,4 milhões em “vantagens ilícitas” da empreiteira OAS, ele dá de barato que será denunciado pela força-tarefa da Lava Jato. De passagem por Brasília, nesta sexta-feira, disse a um amigo não ter dúvidas de que o juiz Sérgio Moro acatará a denúncia, convertendo-o em réu. Em conversa com o blog, o amigo de Lula resumiu assim o drama que o atormenta: “Ele está deixando de ser dono do seu destino político, a situação foge do seu controle.”

Após reunir-se com Dilma Rousseff no Palácio da Alvorada, Lula conversou com um grupo de senadores petistas no hangar em que tomaria o jatinho de volta para São Paulo. Foram encontrá-lo, Jorge Viana (AC), Humberto Costa (PE), Paulo Rocha (PA) e José Pimentel (CE). Na definição de um dos congressistas, a notícia sobre o indiciamento deixou Lula “baqueado”. Ele estranhou que a divulgação tenha ocorrido às vésperas da deposição de Dilma. Exergou na novidade uma motivação política. Irritou-se com a inclusão de sua mulher, Marisa Letícia, no rol de indiciados.

As críticas de Lula à ação da Polícia Federal ecoaram uma nota divulgada por seus advogados. Nela, os doutores Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira repudiaram as acusações do delegado federal Márcio Adriano Anselmo, responsável pelo inquérito sobre o tríplex do Guarujá. Eles repisaram o argumento segundo o qual o imóvel não pertence a Lula, mas à própria OAS. Anotaram que o relatório do delegado tem “caráter e conotação políticos”. Apelidaram-no de “peça de ficção.”

A guerra retórica que Lula e seus defensores declararam à Polícia Federal está crivada de ironias. O morubixaba do PT sempre se vangloriou da autonomia que a polícia adquiriu durante o seu governo. Em dezembro de 2014, discursando numa homenagem ao ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, que havia morrido, Lula enalteceu a transformação que o amigo produzira no Departamento de Polícia Federal.

Sob o comando de Thomaz Bastos, “a ação da Polícia Federal alcançou indistintamente ministros e ex-ministros, prefeitos e deputados de diversos partidos, inclusive dos que apoiavam o governo”, dircursou Lula. Nessa época, ele trazia os lábios grudados no trombone: “O braço da lei, por meio da polícia judiciária, passou a alcançar os ricos e poderosos.” Alvejado, Lula parece lamenter que a PF tenha ampliado seu raio de ação para o nível presidencial.

Correm na ‘República de Curitiba’ pelo menos mais dois inquéritos contra o pajé do PT. Um deles, já em estágio avançado, envolve o sítio de Atibaia, usado por Lula e reformado por um consórcio informal que incluiu uma empresa do companheiro-pecuarista José Carlos Bumlai a Odebrecht e a OAS. É contra esse pano de fundo que o amigo de Lula disse que ele “está deixando de ser dono do seu destino político.” Ele continua insinuando que, se o perturbarem muito, disputará novamente o Planalto. O problema é que seus direitos políticos passaram a depender da Justiça.

Se Lula for condenado em segunda instância, ficará inelegível por oito anos. Ou seja: o controle sobre o futuro eleitoral da única liderança nacional do PT foi transferido para a mesa de Sérgio Moro e para o Tribunal Regional Federal da 4a. Região, que julga em segundo grau os recursos movidos contra sentenças do juiz da Lava Jato.

JOSIAS DE SOUZA

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Homem, acusado de assaltar lojas no Midway, apanha da população após tentar assaltar no bairro do Alecrim

Um homem identificado como Luciano Moreno da Costa, foi detido e espancado pela população após tentar realizar um arrastão no bairro do Alecrim , na zona Leste de Natal.

Luciano já havia tentado cometer outro crime em uma clinica no bairro de Tirol, mas acabou não consumando o delito.

Com o primeiro assalto frustrado, ele resolveu ir em outro local, mas ao tentar realizar um assalto em via pública, acabou sendo detido pela população e espancado até a chegada da Polícia Militar, que realizou a condução do acusado até a 3ª Delegacia de Polícia Civil, para as providências cabíveis.

Luciano é acusado de assaltar lojas no shopping Midway na semana passada.

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Ribeira Boêmia traz Moacyr Luz e Gabriel Cavalcante a Natal

Moacyr e Gabriel 1

Se quem não gosta de samba, bom sujeito não é, quem gosta de samba conhece o Samba do Trabalhador, famosa roda realizada todas as segundas-feiras, no tradicional Renascença Clube, em Vila Isabel (RJ). Ninguém menos do que dois dos pilares do Samba do Trabalhador são os convidados de setembro do Ribeira Boêmia: Moacyr Luz e Gabriel Cavalcante. A próxima edição do Projeto Cultural acontece no dia 10 de setembro, a partir das 18h, na Associação Comercial do RN.

Os dois convidados serão acompanhados pelo time de músicos fixos do Ribeira Boêmia: Leonardo Galvão (cavaquinho); Gustavo Monte (violões 6 e 7 cordas); Anchieta Menezes (violão 7 cordas); Bruno César (flauta e sax); Daniela Fernandes (voz); Rogério Madureira (voz e pandeiro); Ayrton Neto (voz e percussão); e Rafael Prada e Alfredo Carvalho (percussão e efeitos gerais).

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  1. paulo martins disse:

    Natal virou o ancoradouro das celebridades anônimas.

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Defesa de Lula critica juiz Moro e aponta falta de isenção de delegado

Folha

O advogado Cristiano Zanin Martins, defensor do ex-presidente Lula e de sua mulher, Marisa Letícia, criticou nesta sexta-feira (26) o juiz Sergio Moro, responsável pela Operação Lava Jato, e o delegado da Polícia Federal Márcio Ancelmo, que investiga o tríplex no Guarujá, no litoral de São Paulo.
Lula e Marisa foram indicados nesta sexta. O ex-presidente será investigado por suspeita de corrupção passiva, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. Já a mulher foi indiciada sob suspeita de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A defesa chamou o relatório de indiciamento de “peça de ficção”.
Segundo o advogado de Lula, o documento assinado por Anselmo tem motivação política.
“Nesse caso, nós temos elementos objetivos. A pessoa que vai a uma rede social e chama a pessoa que ele está investigando de ‘anta’ e outras coisas mais, que se posiciona politicamente em favor de pessoas que estão no campo político antagônico daquele que ele investiga, pra mim é muito claro que essa pessoa não tem isenção.
De acordo com Martins, o inquérito foi instaurado em 22 de julho e tramitou de forma oculta. A defesa de Lula informa que só soube de sua existência no último dia 19 e solicitou o acesso a Moro no mesmo dia. O juiz inicialmente negou o pedido, liberando teor do documento apenas na quarta (24), depois que a defesa entrou com um pedido de liminar no STF (Supremo Tribunal Federal). A corte não chegou a apreciar o pedido.
Em outra crítica a Moro, o advogado citou manifestação recente do juiz em que ele admitiu ter chegado a cogitar autorizar a prisão temporária do ex-presidente. “Está é a prova maior de que ele age de forma parcial porque nunca houve pedido de prisão temporária, nem da polícia e nem do Ministério Público. Então, se o juiz cogitou dessa prisão, ele o fez de forma arbitrária, porque a lei exige o pedido”, disse.
Para Martins, o relatório elaborado por Ancelmo parte da premissa de que o tríplex no Guarujá seja propriedade de Lula, que seria um erro. A investigação da PF aponta que o tríplex, que foi reformado pela empreiteira OAS, estaria reservado à mulher de Lula. A construtora é uma das acusadas de corrupção no esquema da Petrobras.
Ainda segundo Martins, a notícia do indiciamento foi recebida com indignação por Lula e Marisa Letícia.
A defesa informou que irá agora esperar um desdobramento do Ministério Público, que pode arquivar o inquérito, apresentar uma denúncia ou pedir mais diligências.

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  1. Val Lima disse:

    Quem acompanha os comentários aqui postados,
    talvez tenha visto um em q mencionei ,
    que o melhor do bolo (geralmente) é a cereja,
    pois bem, creio q agora entenderam o q quis dizer…. Rsrsrs

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O GOLPE contra o delator

Há alguém na PGR trabalhando clandestinamente para melar a delação premiada de Léo Pinheiro.

A Veja obteve mais sete anexos do acordo assinado com a empreiteira e jogados no lixo por Rodrigo Janot.

Ao contrário do que ocorreu na semana passada, com o anexo sobre Dias Toffoli, O Antagonista sabe que as denúncias apresentadas na capa da revista são todas verdadeiras.

O Antagonista

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  1. Junior pinheiro disse:

    Será que essa delação pegaria gente que hoje é governo????

  2. Val Lima disse:

    É a mais pura "sacanagem" (rsrs) o que fizeram com o Léo Pinheiro,
    a única pessoa q não tinha nada haver com o vazamento,
    e q vai se ferrar (pena alta) nas mãos do Dr Moro…

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